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Polícia não descarta nenhuma linha de investigação na execução de Ruy Ferraz Fontes

Ex-delegado-geral da Polícia Civil foi alvo de mais de 20 disparos na noite de segunda-feira (15)

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16/09/2025 • 08:35 • Atualizado em 16/09/2025 • 08:35

A Polícia Civil ainda trabalha para identificar os envolvidos na execução do ex-delegado-geral de São Paulo Ruy Ferraz Fontes, assassinado na noite de segunda-feira (15) em Praia Grande, na Baixada Santista. Ele tinha 68 anos, estava aposentado e ocupava atualmente o cargo de secretário de Administração da Prefeitura da cidade.

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Dinâmica do crime

De acordo com imagens de câmeras de segurança, Ruy Ferraz Fontes percebeu que estava sendo perseguido e tentou fugir. Durante a fuga, o carro que dirigia bateu contra um ônibus. Logo em seguida, três homens encapuzados desceram de outro veículo, fizeram mais de 20 disparos e fugiram.

O carro usado pelos criminosos foi encontrado mais tarde incendiado em outro ponto da cidade.

Carreira na Polícia Civil

Ruy Ferraz Fontes trabalhou por mais de 40 anos na Polícia Civil de São Paulo. Ele foi um dos primeiros a investigar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e, há mais de 20 anos, atuou na prisão do líder da facção, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola. Mesmo com esse histórico, o ex-delegado não contava com qualquer tipo de segurança especial.

Linhas de investigação

A Polícia Civil apura pelo menos duas hipóteses para o crime. A primeira é que o assassinato tenha sido motivado por vingança, em razão do histórico de enfrentamento de Ruy Ferraz Fontes ao PCC. A segunda é que criminosos possam ter reagido à atuação dele como secretário municipal em Praia Grande.

Após a execução, o governador Tarcísio de Freitas determinou a mobilização total das forças de segurança e anunciou a criação de uma força-tarefa para prender os responsáveis.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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