
Polícia Civil de São Paulo
Polícia Civil de São Paulo
Resumo
Operação policial em São Paulo: A Polícia Civil de São Paulo realizou uma operação contra a "gangue do quebra-vidro", especializada em roubos de celulares e invasões bancárias, com base no bairro do Glicério.
Modus operandi e investigações: Os criminosos atacavam carros para roubar celulares e acessar contas bancárias, movimentando quase R$ 1 milhão. A operação incluiu a expedição de mandados de prisão e busca, além do bloqueio de bens dos envolvidos.
Áreas de atuação e alertas: A quadrilha operava em áreas de tráfego intenso como as avenidas do Estado e 23 de Maio, visando principalmente motoristas de aplicativo. A polícia aconselha os motoristas a manterem os vidros fechados e evitar o uso de celulares ao dirigir.
A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta segunda-feira (13) uma operação contra a “gangue do quebra-vidro”, grupo especializado em roubos de celulares e invasões bancárias na região central da capital. A quadrilha mantinha um “QG do crime” em um imóvel no bairro do Glicério, segundo as investigações.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, os criminosos quebravam os vidros de carros parados no trânsito ou estacionados para roubar celulares de motoristas e passageiros. Com o acesso aos aparelhos, eles conseguiam invadir contas bancárias, transferir valores e ocultar o dinheiro usando laranjas e empresas de fachada.
Os criminosos movimentaram quase R$ 1 milhão com os golpes. Eles tinham estrutura organizada e agiam em pontos estratégicos do centro.
Mandados e bloqueio de bens
A operação cumpriu quatro mandados de prisão temporária e 27 de busca e apreensão, além do bloqueio de bens e contas bancárias dos suspeitos. Policiais apreenderam documentos, aparelhos eletrônicos e comprovantes de transações financeiras usadas no esquema.
Segundo a investigação, parte dos recursos desviados era lavada por meio de comércios de fachada registrados em nome de comparsas.
Atuação no centro da capital
A quadrilha agia principalmente nas avenidas do Estado, 23 de Maio, Radial Leste e Marquês de São Vicente, locais com grande circulação de motoristas e congestionamentos frequentes. As vítimas mais visadas eram motoristas de aplicativo e taxistas, que muitas vezes estavam com o celular à vista no painel.
Diversos profissionais relataram os ataques à BandNews FM. Eles alertavam sobre os pontos onde os criminosos atuavam, aproveitando a distração dos passageiros.
Esquema sofisticado
Depois dos roubos, os bandidos usavam dados salvos nos aplicativos bancários para realizar pix, transferências e compras on-line. As vítimas descobriam as transações apenas horas depois dos assaltos.
A Polícia Civil investiga se o grupo tem ligação com outras quadrilhas que atuam no centro de São Paulo e se parte do dinheiro era enviada para contas fora do país.
As autoridades reforçam o alerta para que motoristas evitem usar o celular com o carro parado e mantenham os vidros fechados, especialmente à noite ou em cruzamentos movimentados.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.


