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Presidente da Telebras é o novo indicado de Alcolumbre para Ministério das Comunicações

Frederico Siqueira é o nome da vez do União Brasil para ser o novo ministro depois que o deputado Pedro Lucas Fernandes recusou o convite do presidente Lula

JOÃO PEDRO MELO

24/04/2025 • 08:52 • Atualizado em 24/04/2025 • 08:52

Frederico de Siqueira Filho

Frederico de Siqueira Filho

Foto: Agência Brasil

O atual Presidente da Telebras, Frederico Siqueira, é o nome da vez do União Brasil para ser o novo ministro das Comunicações depois que o deputado Pedro Lucas Fernandes recusou o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Siqueira foi sugerido pelo Presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, que se reuniu com Lula depois da cerimônia de entrega do texto da PEC da Segurança Pública no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (23).

Segundo interlocutores do Governo, Lula vai pedir que o nome seja debatido dentro da bancada do partido para só depois fazer o convite formal. O Ministério das Comunicações está sem ministro há duas semanas, quando Juscelino Filho deixou o cargo depois de ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal. Ele é suspeito de irregularidades na destinação das emendas parlamentares.

O União Brasil indicou o deputado Pedro Lucas Fernandes, que chegou a ser anunciado como futuro ministro mas depois recuou. Em outro ponto, o Presidente da Câmara, Hugo Motta, recebeu o Presidente Lula e líderes da base governista na Câmara para um jantar na residência oficial, em Brasília.

O objetivo do encontro é afinar a relação entre governo e deputados governistas, aos moldes do encontro que já foi feito com Senadores. Parlamentares que estiveram no encontro, destacaram que Lula afirmou aos líderes que está "de bem com a vida" e que será candidato à reeleição em 2026. Lula disse que se alguém está duvidando que ele será candidato, "podem parar com isso. Só não serei por questão de saúde".

Segundo os parlamentares, Lula falou sobre anistia, mas não aprofundou o assunto. Ele apenas afirmou que é contra anistiar pessoas que sequer foram condenadas.