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Preso na PF, Bolsonaro recebe nesta terça (25) visita dos filhos Flávio e Carlos

Encontros foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes; ex-presidente foi detido preventivamente no último sábado (22) por risco de fuga e violação de tornozeleira eletrônica

Por Redação
REDAÇÃO

24/11/2025 • 17:03 • Atualizado em 24/11/2025 • 17:03

Bolsonaro vai receber visitas dos filhos Flávio e Carlos na cadeia

Bolsonaro vai receber visitas dos filhos Flávio e Carlos na cadeia

Adriano Machado/Reuters

Resumo

Prisão preventiva de Jair Bolsonaro foi mantida por unanimidade pela Primeira Turma do STF após tentativa de violação de tornozeleira eletrônica e alegações de risco de fuga, com decisão fundamentada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Visitas de familiares foram autorizadas por Moraes, incluindo os filhos Flávio, Carlos e Jair Renan, além da ex-primeira-dama Michelle, que já esteve na carceragem da Polícia Federal em Brasília.

Argumentos da defesa apontaram surto de confusão e paranoia causado por medicamentos, enquanto o STF referendou a necessidade de manter Bolsonaro preso para garantir a aplicação da lei penal.

O ex-presidente Jair Bolsonaro, preso preventivamente desde sábado (22) na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, recebe na manhã desta terça-feira (25) a visita de dois de seus filhos: o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ). Os encontros, que ocorrem em horários distintos entre 9h e 11h, foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Nesta segunda-feira (24), a Primeira Turma do STF formou maioria e, posteriormente, unanimidade para manter a prisão preventiva decretada por Moraes.

Bolsonaro está detido em uma sala especial de 12 metros quadrados na sede da PF.

Motivo da prisão: risco de fuga

A prisão preventiva de Jair Bolsonaro foi ordenada após o ex-presidente, que cumpria prisão domiciliar desde agosto, tentar violar sua tornozeleira eletrônica com um ferro de solda na madrugada de sábado (22). O ato gerou um alerta no sistema de monitoramento e foi o estopim para a decisão de Moraes.

Na decisão, o ministro também citou como justificativa o "risco de fuga". Ele mencionou uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro para a frente do condomínio onde o pai residia.

Para Moraes, a manifestação poderia "gerar tumulto suficiente para dificultar a execução de medidas judiciais e criar ambiente propício para fuga".

Em audiência de custódia, a defesa alegou que Bolsonaro teve um surto de "confusão e paranoia" causado por medicamentos.

Visitas autorizadas e manutenção da prisão

Além de Flávio e Carlos Bolsonaro, o ministro Alexandre de Moraes também autorizou a visita do filho mais novo, Jair Renan Bolsonaro, que poderá encontrar o pai na quinta-feira (27), também no período da manhã.

No domingo (23), a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, já havia visitado o marido na carceragem da PF.

A decisão de manter Bolsonaro preso foi confirmada por unanimidade pela Primeira Turma do STF, composta pelos ministros Alexandre de Moraes (relator), Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

O colegiado referendou os argumentos de Moraes sobre o risco à aplicação da lei penal.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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