
Hamas entrega corpos de reféns
REUTERS
Resumo
Acordo de paz entre Israel e Hamas: A libertação dos reféns israelenses pelo Hamas acontecerá na próxima segunda-feira (13), marcando um passo importante do acordo de paz que visa encerrar dois anos de conflito na Faixa de Gaza. O pacto foi mediado por Donald Trump e inclui cessar-fogo imediato e retirada das tropas israelenses.
Reações e celebrações: O anúncio do acordo foi recebido com comemoração mundial, especialmente entre as comunidades judaica e palestina. A liberação dos reféns e a entrega dos corpos dos mortos estão previstas no acordo, que também foi apoiado pelo Egito, Catar e Turquia.
Perspectivas e cautela: Leonardo Trevisan, especialista em Relações Internacionais, descreve o acordo como o único possível no momento, dada a exaustão das partes envolvidas e o grave impacto humanitário do conflito. No entanto, ele alerta para a necessidade de cautela, citando falhas em acordos anteriores que não foram respeitados.
A libertação dos reféns israelenses mantidos pelo Hamas está marcada para a próxima segunda-feira (13), como parte do acordo de paz firmado entre Israel e o grupo palestino, após dois anos de guerra na Faixa de Gaza. O entendimento, mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encerra uma das fases mais sangrentas do conflito, que deixou mais de 67 mil mortos e destruiu boa parte do território palestino.
O anúncio foi recebido com comemoração e alívio em diversas partes do mundo, especialmente entre as comunidades judaica e palestina. O pacto, selado no Egito com apoio de países como Catar e Turquia, prevê o cessar-fogo imediato, a retirada gradual das tropas israelenses e a entrega dos corpos de reféns mortos. A expectativa é que os reféns sobreviventes sejam recebidos por autoridades israelenses em uma cerimônia acompanhada por Donald Trump, que pretende viajar ao Oriente Médio para o evento.
“O acordo possível”, diz especialista
Em entrevista à BandNews FM, o professor de Relações Internacionais da ESPM Leonardo Trevisan classificou o entendimento como “o único acordo possível” neste momento. Para o especialista, a exaustão das partes e o impacto humanitário do conflito criaram o ambiente político necessário para o cessar-fogo.
“São quase 70 mil mortos e mais de mil desde o primeiro ataque. O que se tenta agora é interromper essa tragédia humanitária. É um duelo entre a experiência e a esperança”, avaliou Trevisan.
O analista, no entanto, pediu cautela. “Isso já aconteceu antes. Em janeiro e março do ano passado também houve acordos que não prosperaram. Israel se retira de um trecho e, depois, volta a atacar violentamente. É preciso aguardar para ver se, desta vez, haverá respeito mútuo aos termos firmados.”
Expectativa e reconstrução
De acordo com o Hamas, os 20 reféns israelenses ainda mantidos em cativeiro serão libertados na segunda-feira (13). A medida faz parte da primeira fase do acordo, que inclui a suspensão dos bombardeios e a abertura de corredores humanitários para envio de alimentos e medicamentos à população de Gaza.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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