Em edição do programa "O É da Coisa" desta quarta-feira (16), Reinaldo Azevedo critica a investigação comercial aberta contra o Brasil por meio do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos. A entidade alega “práticas desleais”. O âncora enfatiza que o governo Trump está de olho num meio de pagamento que já movimentou R$ 65 trilhões desde a sua criação até fevereiro deste ano.
O jornalista fala em incoerência, principalmente na direita bolsonarista, que sempre lutou contra uma suposta taxação ao método de pagamento, mesmo que essa possibilidade nem sequer tenha existido. Ele cita o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ao dizer que o parlamentar divulgava mentiras a respeito. "Ele mentiu sobre uma taxação do Pix, que não existiria, nunca existiu, nem na intenção, nada. Agora, o Trump quer tomar o nosso Pix. Cadê o Nikolas?", indaga.
Reinaldo lembra que, em nenhum país, radicais de direita apoiaram Donald Trump na guerra tarifária e comercial, como acontece no Brasil.
Reinaldo também chamou a atenção para uma possível tentativa de interferência das plataformas digitais no Brasil. Ele citou interesses especificamente da Meta, dona do WhatsApp. O jornalista explicou que a investigação dos EUA é uma possível resposta às barreiras impostas pelo Banco Central na época do lançamento do WhatsApp Pay, o meio de pagamento do aplicativo da Meta.
O jornalista afirma que há interesse dessas empresas de tecnologia na taxação do Pix. Ele mencionou a declaração do Advogado-Geral da União, ministro Jorge Messias, que apontou atuação direta das chamadas big techs no país. Para o AGU, as companhias são usadas pelos Estados Unidos para "impor suas vontades aos demais países".
*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.
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