Reinaldo Azevedo criticou duramente as tentativas de cortes de gastos, principalmente em programas sociais, que são discutidas pelo Congresso Nacional. No O É da Coisa desta segunda-feira (30), ele questionou a articulação que busca limitar o reajuste do salário mínimo apenas pela inflação, ou seja, sem ganho real.
“O que vai atingir os pobres é o corte de gastos que eles querem fazer, que terá de ser no salário mínimo, aposentadoria, saúde, educação ou, quem tem de pagar, tem de pagar. É essa a questão”, declarou o jornalista.
A crítica de Reinaldo foi direcionada principalmente aos partidos de centro. Ele lembrou que a política econômica do atual governo foi a que saiu vitoriosa na eleição de 2022. Além disso, o jornalista fez uma comparação entre o ganho real do salário mínimo e as isenções bilionárias que setores empresariais recebem.
“Ninguém aguenta mais rico levar 860 bilhões por ano de despesas tributárias entre isenções e benefícios, enquanto está em curso esse debate obsceno sobre salário mínimo”, ressaltou.
Reinaldo cobrou ainda que as autoridades expliquem suas reais intenções ao povo brasileiro no âmbito da política fiscal. Para ele, é fundamental esclarecer "quem leva o quê". O âncora cobrou que a sociedade participe ativamente do debate sobre como o dinheiro público é usado.
"Vamos fazer um debate honesto a respeito. Tem que ser feito. Cria vergonha na cara", concluiu o jornalista.
*Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.
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