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Reinaldo: Dino põe a moralidade possível nas emendas; modelo existe para não funcionar

Âncora analisou a liberação das emendas parlamentares realizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, após a determinação da adoção de medidas de transparência

Por Redação
REDAÇÃO

03/12/2024 • 08:51 • Atualizado em 03/12/2024 • 08:51

Reinaldo Azevedo

O âncora Reinaldo Azevedo, que comanda 'O É da Coisa' na BandNews FM, analisou durante a manhã desta terça-feira (3) a liberação das emendas parlamentares realizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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O retorno da retomada dos pagamentos ocorre após a determinação de que fossem aplicadas medidas para ampliar a transparência, rastreabilidade e publicidade na utilização dos recursos.

Segundo Dino, as emendas de relator - e as de comissão - poderiam ser liberadas desde que com a "devida identificação dos parlamentares" e com a anuência do Poder Executivo em aferir a transparência e liberar caso a caso.

No entendimento de Reinaldo, o regime brasileiro que administra o orçamento é o "baguncismo". "Congresso fica com mais de 20% do que sobre de recurso discricionário para o governo, gasta como quer e não presta contas a ninguém", analisou.

O jornalista ainda trouxe à tona "coisas estranhíssimas" que estão acontecendo com os recursos destinados via emendas parlamentares.

"Hoje, tem história de uma ONG Associação Moriá, que junta militares e ex-integrantes do governo Jair Bolsonaro (PL). Essa associação se dedica a levar Jogos Estudantis Digitais a escolas. [...] Nos últimos três anos, sabe quanto ela recebeu de emenda de orçamento? R$ 90 milhões", disse antes de explicar os projetos realizados pela entidade.

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