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STF forma maioria para barrar atuação de enfermeiros em casos de aborto legal

Oito ministros votaram contra liminar de Barroso que autorizava participação de profissionais de saúde em casos previstos por lei; decisão ocorre em sessão virtual

Da Redação
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20/10/2025 • 18:16 • Atualizado em 20/10/2025 • 18:16

STF

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Agência Brasil

Resumo

Revogação no STF: Oito ministros votaram para derrubar a liminar concedida por Luís Roberto Barroso que permitia enfermeiros a participarem de procedimentos de aborto legal.

Liminar de Barroso: A decisão inicial permitia que enfermeiros atuassem em abortos legais, sem restrições adicionais impostas por unidades de saúde, como limites de idade gestacional ou exigência de boletim de ocorrência.

Debate jurídico e legislativo: O plenário do STF decidiu que a autorização dada por Barroso extrapolava o escopo legal e que a questão do aborto precisa de um debate mais amplo, envolvendo também o Congresso Nacional.

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta segunda-feira (20) para derrubar a decisão do ministro aposentado Luís Roberto Barroso que autorizava enfermeiros a participarem de procedimentos de interrupção da gravidez nos casos de aborto legal. Oito ministros votaram para revogar a liminar, concedida na última sexta-feira (17), durante sessão extraordinária virtual da Corte, a última do magistrado no STF.

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Decisão de Barroso gerou reação entre ministros

Na liminar, Barroso havia permitido que profissionais de enfermagem atuassem nos procedimentos de aborto previstos pela legislação brasileira — situações em que há risco de vida para a gestante, gravidez resultante de estupro ou casos de anencefalia fetal. O ministro também havia defendido que unidades públicas de saúde não poderiam impor restrições adicionais, como limites de idade gestacional ou exigência de boletim de ocorrência policial.

Com a decisão contrária, o plenário do STF entendeu que a autorização extrapolou o escopo legal vigente e que o tema deveria ser debatido de forma mais ampla, inclusive pelo Congresso Nacional.

Contexto e próximos passos

A discussão ocorre paralelamente ao julgamento sobre a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O caso, inicialmente pautado por Barroso, chegou a ser retirado e depois reencaminhado para sessão virtual. O ministro Gilmar Mendes, decano do STF, pediu destaque, o que deve levar o tema ao plenário físico em data futura.

Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.

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