STF suspende julgamento de “kids pretos”; sessão será retomada na próxima terça-feira
Grupo é acusado de monitorar e planejar a morte de autoridades brasileiras após as eleições de 2022

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta quarta-feira (12) o julgamento dos chamados “kids pretos”. O grupo, composto por militares, é acusado de monitorar e planejar a morte de autoridades, como o presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes.
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Eles fazem parte do ‘núcleo 3’ de uma ação penal que investiga uma tentativa de golpe de estado após a derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022.
O julgamento será retomado na próxima terça-feira (18), quando o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, apresentará seu voto. Em seguida, votam Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino, que preside a Primeira Turma do STF.
Fase de Sustentação das Defesas
Neste segundo dia de julgamento, as defesas dos réus concluíram a etapa de sustentação. Todos os advogados pleitearam a absolvição dos réus, alegando que não há provas concretas das acusações contra eles.
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Acusados no Caso
Fazem parte do ‘núcleo 3’ da ação penal os seguintes acusados:
Bernardo Corrêa Netto, Coronel do Exército
Estevam Theophilo, General da reserva
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Fabrício Moreira de Bastos, Coronel do Exército
Hélio Ferreira Lima, Tenente-coronel do Exército
Márcio Nunes de Resende Júnior, Coronel do Exército
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Rafael Martins de Oliveira, Tenente-coronel do Exército
Rodrigo Bezerra de Azevedo, Tenente-coronel do Exército
Ronald Ferreira de Araújo Júnior, Tenente-coronel
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Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros, Tenente-coronel
Wladimir Matos Soares, Agente da Polícia Federal
Acusações e Pedido de Prisão
Os réus enfrentam acusações graves, incluindo organização criminosa armada, golpe de estado, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, dano qualificado ao patrimônio da União e deterioração do patrimônio público.
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Na última terça-feira (11), o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, pediu a prisão de todos os acusados, exceto Ronald Ferreira, que, para o procurador, não tem evidências suficientes para comprovar sua participação nos crimes.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
