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Trump anuncia prorrogação de três semanas no cessar-fogo Líbano-Israel

Decisão foi tomada após reunião de líderes na Casa Branca

Da redação
DA REDAÇÃO

23/04/2026 • 21:41 • Atualizado em 23/04/2026 • 21:41

Israel intensifica ofensiva e explode ponte estratégica no sul do Líbano

Israel intensifica ofensiva e explode ponte estratégica no sul do Líbano

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Resumo

Cessar-fogo entre Israel e Líbano foi prorrogado por três semanas após decisão anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estendendo a trégua inicial de dez dias.

Reunião na Casa Branca contou com a presença de Trump, do vice-presidente JD Vance, do Secretário de Estado Marco Rubio, dos embaixadores americanos e de representantes de alto escalão de Israel e Líbano, além de anúncio de apoio dos EUA ao Líbano contra o Hezbollah.

Ataque israelense ao sul do Líbano durante o cessar-fogo resultou na morte de dois homens e da jornalista Amal Khalil, com ferimento em Zeinab Faraj, e gerou acusação de crime de guerra pelo primeiro-ministro libanês Nawaf Salam, enquanto Israel negou ter como alvo jornalistas e equipes de resgate.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (23) que o cessar-fogo entre Israel e o Líbano foi estendido por três semanas. Com a decisão, a trégua inicial de dez dias ganha novo prazo de encerramento.

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O anúncio foi feito na rede social do presidente, Truth Social. Segundo a mensagem, Trump, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, o Secretário de Estado, Marco Rubio, e os embaixadores americanos em Israel e Líbano se reuniram na Casa Branca com representantes de "alto escalão" dos dois países.

Trump também afirmou que os EUA trabalharão com o Líbano para ajudar o país a "se proteger do Hezbollah". Ao final da postagem, o presidente diz que espera receber o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente do Líbano, Joseph Aoun.

Israel fura trégua e jornalista é morta

Na quarta-feira (22), forças israelenses atacaram o sul do Líbano, desrespeitando o cessar-fogo aprovado no dia 17 de abril. Dois homens que não tiveram suas identidades reveladas e a jornalista Amal Khalil, que trabalhava para o jornal libanês Al Akhbar, foram atingidos pelas ofensivas aéreas e morreram. A fotógrafa freelancer Zeinab Faraj também foi ferida, mas sobreviveu.

O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, acusou Israel de crime de guerra. Segundo autoridades do Líbano, as Forças de Defesa do país israelense também teriam atingido intencionalmente uma ambulância que se deslocava para atender os feridos. Israel nega ter impedido equipes de resgate de chegar à área e afirmou não ter como alvo as jornalistas mortas no ataque.

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