
De acordo com a Cedae, o Imunana-Laranjal opera com 91% da capacidade por conta da falta de chuva e diminuição da vazão do manancial que abastece o sistema.
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O abastecimento de água de moradores de São Gonçalo, Itaboraí e dos bairros de Inoã e Itaipuaçu, em Maricá, na Região Metropolitana, segue reduzido devido a redução da capacidade de operação no Sistema Imunana-Laranjal desde domingo (21). O problema também afeta a Ilha de Paquetá, na Zona Norte da Capital Fluminense.
De acordo com a Cedae, o Imunana-Laranjal opera com 91% da capacidade por conta da falta de chuva e diminuição da vazão do manancial que abastece o sistema. Ainda não há previsão para que a operação volte a acontecer com capacidade máxima.
Também houve registro de problemas na operação de outras duas estações de tratamento neste domingo (21), por conta de falhas no fornecimento de energia elétrica. Moradores de dezenas de bairros do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense vão ter o abastecimento de água normalizado até quarta-feira (24). O processo de regularização do serviço acontece de forma gradativa.
No Sistema Guandu, a operação chegou a ser feita com 58% da capacidade, mas foi totalmente restabelecida durante a tarde. De acordo com a Águas do Rio, responsável pela distribuição de água, os bairros do BNH, Rocha Sobrinho e Banco de Areia, em Mesquita, e todos os municípios de Nilópolis e São João de Meriti, na Baixada Fluminense, além do Centro e das zonas Norte e Sul da Capital Fluminense, foram afetados e o fornecimento está em processo de normalização.
Já na Estação de Tratamento de Água Campos Elíseos, houve paralisação da operação por quase duas horas até que a energia fosse restabelecida. O fornecimento nos bairros Cângulo, Saracuruna, Jardim Primavera e Campos Elísios é retomado de forma gradativa.
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