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Acusados de estupro coletivo em Copacabana passam por audiência de custódia

Dois suspeitos que se entregaram nesta semana foram levados ao presídio em Benfica; tendência é de manutenção das prisões

João Boueri
JOÃO BOUERI

06/03/2026 • 11:19 • Atualizado em 06/03/2026 • 11:19

Bruno Felipe dos Santos Alegretti e Vitor Hugo Oliveira Simonin

Bruno Felipe dos Santos Alegretti e Vitor Hugo Oliveira Simonin

Reprodução

Os dois acusados de envolvimento no estupro coletivo ocorrido em Copacabana, na Zona Sul do Rio, que foram os últimos a se entregar passam por audiência de custódia nesta sexta-feira (6). O caso aconteceu no dia 31 de janeiro.

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Bruno Felipe dos Santos Alegretti e Vitor Hugo Oliveira Simonin se entregaram na quarta-feira (4) e foram encaminhados ao sistema penitenciário em Benfica, na Zona Norte do Rio.

Assim como aconteceu nas audiências de custódia de Mattheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho na quinta-feira, a tendência é de que as prisões sejam mantidas.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, os quatro homens permanecem em um presídio, em Benfica, na Zona Norte do Rio, separados do coletivo. Eles respondem pelos crimes de estupro qualificado, estupro coletivo e cárcere privado.

Além deles, um menor de idade está envolvido e é considerado foragido. A Justiça do Rio expediu mandado de busca e apreensão contra ele para cumprir medida socioeducativa de internação.

Investigações indicam que o adolescente teria arquitetado o crime, já que convidou a vítima para o apartamento da família de Vitor Hugo, filho do ex-subsecretário do Governo do Rio, José Carlos Costa Simonin.

As investigações apontam que, além do estupro, a vítima sofreu sessões de tapas e chutes e chegou a suplicar para que os criminosos parassem de abusa-la.

A defesa dos acusados nega os crimes.

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