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Ao menos 32 trabalhadores foram atendidos em hospitais após explosão de plataforma

Segundo o Sindicato dos Petroleiros da região e a Federação Única dos Petroleiros, 14 deles tiveram queimaduras

Gabriela Morgado
GABRIELA MORGADO

22/04/2025 • 12:23 • Atualizado em 22/04/2025 • 12:23

Explosão em plataforma na Bacia de Campos

Explosão em plataforma na Bacia de Campos

Reprodução

Pelo menos 32 trabalhadores foram atendidos em hospitais, após a explosão de uma plataforma na Bacia de Campos, no Norte Fluminense. Segundo o Sindicato dos Petroleiros da região e a Federação Única dos Petroleiros, 14 deles tiveram queimaduras. Os outros atendidos inalaram fumaça.

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Ainda de acordo com o sindicato, a contagem é atualizada a partir do desembarque dos trabalhadores da plataforma.

Dez trabalhadores ainda estão internados, um estado grave, que teve queimadura nas costas.

A explosão aconteceu na manhã de segunda-feira (21), na plataforma PCH-1, que contava com quase 180 profissionais. Um deles chegou a cair no mar e foi resgatado com ferimentos leves nas mãos e na cabeça.

Os feridos foram levados para diferentes hospitais da região. Segundo a Unimed Campos, 19 colaboradores foram atendidos na unidade, por causa da inalação de fumaça, e já foram liberados.

A BandNews FM aguarda atualização da Petrobras sobre o número de feridos.

A plataforma fica no campo de Cherne 1, que foi vendido para a Perenco no ano passado, e faz o escoamento de gás da Petrobras.

Em nota, a estatal disse não há produção de petróleo na plataforma desde 2020, que as equipes não essenciais serão desembarcadas para avaliação das instalações e que uma comissão deve ser formada para apurar as causas da explosão.

O Instituto Estadual do Ambiente apura possíveis impactos ambientais.

Já o Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense ressalta que vem denunciando a falta de investimentos nas plataformas da Bacia de Campos. De acordo com o Sindipetro, nos últimos dias, uma outra plataforma precisou ser interditada pela Agência Nacional do Petróleo, por risco de segurança.

Procurada sobre o caso, a Petrobras ainda não respondeu.

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