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Argentinos baleados na Praia da Barra precisam passar por cirurgia para retirar balas alojadas

Os turistas estavam na areia da praia quando foram abordados pelos criminosos

Pedro Dobal
PEDRO DOBAL

27/02/2025 • 14:35 • Atualizado em 27/02/2025 • 14:35

O caso aconteceu por volta das 17 horas de quarta-feira (26).

O caso aconteceu por volta das 17 horas de quarta-feira (26).

Reprodução

Os dois torcedores argentinos que foram baleados na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, precisaram passar por cirurgias para retirada das balas que ficaram alojadas. O quadro de saúde deles é considerado estável. O caso aconteceu por volta das 17 horas de quarta-feira (26). Os turistas estavam na areia da praia quando foram abordados pelos criminosos. Segundo testemunhas, dois homens armados chegaram em uma moto e pararam próximo ao posto 4. Um deles foi até a areia roubar as vítimas, que teriam se assustado com a abordagem. O bandido atirou, saiu correndo e fugiu na moto com o comparsa, levando um cordão. O vendedor que atendeu os turistas na praia conta que três crianças estavam com o grupo, que já se preparava para ir embora quando os criminosos chegaram. Com medo, ele prefere não se identificar. Gabriel Gago foi socorrido para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, também na Barra. Já Cristian Pagani foi levado de helicóptero para o Hospital Miguel Couto, na Gávea. Os torcedores vieram ao Rio para assistir a decisão da Recopa Sul-Americana, entre Botafogo e Racing. Hospedado a poucos metros do local do assalto, o comerciante argentino Julián Debenito soube do crime quando ainda estava viajando. Quem costuma frequentar a Praia da Barra denuncia que os roubos têm sido cada vez mais frequentes. A Delegacia Especial de Apoio ao Turismo tenta identificar os bandidos. Até o momento, não há indícios de que o crime tenha relação com alguma rivalidade envolvendo a partida. Em nota, o Racing disse que acionou o consulado argentino no Rio para prestar assistência às vítimas e acompanhar as investigações.

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