BioParque reabre após 20 dias fechado por mortes de aves com gripe aviária
Espaço em São Cristóvão retoma atividades com novas medidas de biossegurança

Vai ser reaberto nesta quinta-feira (21) o BioParque do Rio, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. O espaço ficou 20 dias com atividades paralisadas após a morte de 19 aves por gripe aviária.
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Na manhã dessa quarta (20), agentes da Secretaria de Estado de Agricultura do Rio, da Superintendencia de Defesa Agropecuária, equipes do BioParque e em Emergência da Secretaria de Estado de Saúde estiveram no espaço para anunciar a reabertura e os cuidados que vão ser tomados após os casos.
Segundo o BioParque, a volta das atividades lanejada após semanas de monitoramento e adoção de medidas alinhadas aos padrões internacionais de biosseguridade.
Após os casos de gripe aviária nos animais, 38 funcionários que cuidavam das aves ficaram isolados para a realização de exames. Oito deles apresentaram sintomas de falta de ar e fizeram coletas de sangue direto na Fundação Oswaldo Cruz. O resultado foi negativo para gripe aviária.
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O superintendente de Defesa Agropecuária, Paulo Henrique Moraes, ressaltou a importância de alerta os órgãos de saúde caso alguém note algum sintoma de gripe aviária em animais.
Para o fim de semana, equipes da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento vão realizar ações educativas para ampliar a prevenção sobre sinais clínicos, formas de transmissão e impactos para a saúde humana, animal e ambiental.
A gripe aviária pode ser transmitida para humanos, mas o contágio geralmente ocorre por contato direto e prolongado com aves infectadas ou seus ambientes contaminados, não sendo comum a transmissão entre pessoas.
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A principal forma de transmissão ocorre pelo contato direto com aves infectadas, suas secreções respiratórias, fezes ou ambientes contaminados.
