
O caso aconteceu na última sexta-feira (28).
Tomaz Silva/Agência Brasil
O Cefet estuda, com o Governo Federal, a implantação de medidas de acolhimento, escuta e suporte para que a unidade do Maracanã, na Zona Norte do Rio, possa retomar as atividades presenciais, a partir de 8 de dezembro.
A instituição emitiu nota de esclarecimento sobre a morte de duas funcionárias. A técnica de Assuntos Educacionais Allane de Souza Pedrotti Matos e a psicóloga Layse Costa Pinheiro foram mortas pelo também servidor João Antonio Miranda Tello Ramos Gonçalves. O caso aconteceu na última sexta-feira (28).
O homem, que estava com 50 munições no dia do crime, estava afastado por 60 dias por problemas psiquiátricos.
Segundo o Cefet, medidas administrativas foram tomadas no passado para reduzir conflitos e preservar o ambiente de trabalho. Entre elas, o afastamento cautelar por 120 dias de João.
Nesse período, de acordo com a nota, o servidor esteve impedido de acessar as dependências da instituição. Após o esgotamento do tempo da medida cautelar, uma perícia médica oficial externa considerou que João estava apto a retornar às atividades.
Ainda de acordo com o texto, o servidor chegou a recusar a realocação em outros setores. No entanto, em abril, ele foi removido para a Coordenação dos Cursos Subsequentes do Departamento de Ensino Médio e Técnico, setor no qual permaneceu em exercício até a data da tragédia.
A irmã de uma das vítimas, Alline Matos, ainda questiona a facilidade que o responsável pelo ataque teve para entrar na unidade.
Os corpos de Allane de Souza Matos e Layse Costa Pinheiro foram sepultados no domingo (30). Depois de atirar contra elas, João Antonio tirou a própria vida.
Na ocasião, o Cefet decretou luto oficial e suspendeu as atividades até o dia 5 de dezembro.
Newsletter Notícias
Inscreva-se na nossa newsletter e receba as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail.
Selecione os seus temas favoritos:


