
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, vai renunciar ao cargo na próxima segunda-feira (23)
Tomaz Silva/Agência Brasil
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, vai renunciar ao cargo na próxima segunda-feira (23). A informação foi confirmada pela BandNews FM. Quem assume o governo de forma provisória é o presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto.
Nesta sexta-feira (20), o governo estadual publicou no Diário Oficial a exoneração de 11 secretários.
Entre as mudanças, o delegado Felipe Curi deixou a Secretaria de Polícia Civil para concorrer a deputado federal, sendo substituído por Delmir Gouveia. Na Secretaria de Cidades, Douglas Ruas saiu para disputar o governo do estado, e Maria Gabriela Bessa assumiu o cargo.
Na Secretaria de Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi deixou a função e foi substituído pelo vereador Diego Faro. Já na pasta de Desenvolvimento Econômico, Vinicius Farah saiu, e a subsecretária Carla Monnerat assumiu.
Na Secretaria de Trabalho e Renda, Luiz Antônio Martins deixou o cargo, que passa a ser ocupado por Daniel Marcos Barbiratto de Almeida.
Outras mudanças incluem a nomeação de Raul Fanzeres para a Secretaria de Infraestrutura e Obras Públicas. Na área de Juventude e Envelhecimento Saudável, Isabela Silva Alves assume no lugar de Alexandre Isquierdo.
O deputado Gustavo Tutuca também deixou o cargo, sendo substituído por Lucas Augusto Faria Alves. Na Habitação de Interesse Social, Fábio Paravidino da Silva assume após a saída de Bruno Dauaire.
Na Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Anderson de Azevedo Coelho assume após a exoneração de Rosângelo de Souza. Já na Ciência, Tecnologia e Inovação, Renata de Freitas substitui Anderson Moraes.
Com a saída do ex-vice-governador Thiago Pampolha, nomeado para o Tribunal de Contas do Estado, e o afastamento do presidente da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar, a linha sucessória levou à definição de Ricardo Couto como governador interino.
Após a renúncia, o presidente do Tribunal de Justiça deverá convocar eleições indiretas em até 30 dias. A escolha será feita pelos deputados estaduais.
Nos próximos dias, outras mudanças devem ocorrer, incluindo a saída do secretário da Casa Civil, Nicola Miccione, e do secretário de Polícia Militar, Marcelo Menezes.
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