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Foragido por morte de policial da CORE morre em operação na Cidade de Deus

"Mangabinha" enfrentou policiais e integrava o Comando Vermelho, dizem investigações

João Boueri
JOÃO BOUERI

21/11/2025 • 08:40 • Atualizado em 21/11/2025 • 08:40

Luiz Felipe Honorato Silva Romão, conhecido como "Mangabinha", foi encontrado morto após entrar em confronto com agentes da CORE durante a operação

Luiz Felipe Honorato Silva Romão, conhecido como "Mangabinha", foi encontrado morto após entrar em confronto com agentes da CORE durante a operação

Reprodução

O criminoso que morreu durante uma operação da Polícia Civil na Cidade de Deus, na Zona Sudoeste do Rio, foi um dos responsáveis pela morte do policial da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), José Antônio Lourenço Junior.

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Na madrugada desta sexta-feira (21), Luiz Felipe Honorato Silva Romão, conhecido como "Mangabinha", foi encontrado morto após entrar em confronto com agentes da CORE durante a operação.

O criminoso é considerado de alta periculosidade e é apontado como um dos responsáveis diretos pela morte de José Antônio Lourenço.

Segundo as investigações, "Mangabinha" integrava o Comando Vermelho e era responsável pela segurança de chefes do tráfico e do ponto de venda de drogas. Ele atuava nas áreas conhecidas como Karatê e 13.

Nas redes sociais, o criminoso ostentava luxo, armas e drogas, além de exigir granadas e rádio comunicadores. Ele chegou a exaltar a morte de José António Lourenço.

Luiz Felipe Honorato Silva Romão tem cinco ocorrências criminais, relacionadas a associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e resistência. Além disso, o traficante tinha em aberto dois mandados de prisão, sendo um por evasão do sistema prisional e outro pela morte do policial civil da CORE.

A operação aconteceu exatamente seis meses após a ação que também foi feita na Cidade de Deus contra fornecedores e fabricantes de sacos de gelo contaminados vendidos a estabelecimentos nas praias da Barra da Tijuca e do Recreio, na Zona Oeste. Na ocasião, o policial da CORE foi atingido e não resistiu.

Em agosto, o criminoso Gabriel Gomes da Costa, conhecido como "Ratomen", já tinha sido encontrado morto durante uma operação da CORE. Ele também foi apontado como um dos envolvidos na morte do policial civil.

No mês passado, o chefe do tráfico na Gardênia Azul, Ygor Freitas de Andrade, conhecido como "Matuê", também morreu durante confronto policial.

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