
Macário Júdice Neto
Reprodução
A defesa do desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto afirma que o crime imputado ao magistrado é "impossível".
A manifestação foi enviada ao Supremo Tribunal Federal e destaca que o vazamento da operação que prenderia o então deputado estadual TH Joias já tinha ocorrido antes do suposto encontro entre o desembargador federal e Rodrigo Bacellar. Os três seguem presos.
Segundo a defesa de Macário, o referido encontro entre ele o então presidente da Assembleia Legislativa do Rio em uma churrascaria não aconteceu. Os advogados destacaram que o cruzamento das antenas dos celulares indicaram que eles não estavam no local no horário indicado pela Polícia Federal.
O desembargador foi preso em dezembro do ano passado após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que também o afastou do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Macário segue na Cadeia Pública Constantino Cokotós, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.
Em uma das residências do magistrado em Vitória, no Espírito Santo, os policiais federais encontraram um arsenal com 11 armas. A defesa do desembargador disse que ele é colecionador de armas e atirador esportivo e possui registro de todos os equipamentos.
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