
No próximo dia 3, o show da Lady Gaga em Copacabana
Reprodução/Redes sociais
Em 2025, o Brasil vive um movimento que promete favorecer o turismo musical, conhecido no mundo como "gig tripping". A vinda de grandes artistas internacionais transforma o cenário dos grandes eventos musicais em verdadeiros alavancadores da economia, por meio de atividades turísticas.
No próximo dia 3, o show da Lady Gaga em Copacabana, na Zona Sul do Rio, promete atrair mais de 1,5 milhão de pessoas, com um impacto econômico previsto de aproximadamente R$ 500 milhões, segundo a Visit Rio, orgão responsável pela promoção turística do Rio. Desse número, cerca de 240 mil são turistas e 80% deles, internacionais.
Donos de bares e restaurantes da região de Copacabana preveem aumento no fluxo de clientes durante a época do evento. Bruno Gorodicht, cofundador do grupo Impettus, explica que a expectativa para o segmento, é a melhor.
Nossa expectativa é que isso se repita no show da Lady Gaga, que a gente tem um crescimento das lojas que são baseadas em Copacabana de mais de 20% e daquelas que estão em bairros turísticos. Como o Ipanema, por exemplo, que a gente tenha também um acréscimo na faixa de 8 a 10%. É um otimismo que a gente tem em relação a esse movimento, a gente tá preparado para todo o movimento estruturado no ponto de vista do supply chain, cadeia de suprimentos, no ponto de vista de novos colaboradores no formato de freelance para atender especificamente os dias que antecedem o show e que se estendem depois do show.
E claro, os fãs não podiam faltar! A ansiedade só aumenta e tem gente que vem de longe para curtir Lady Gaga.
O público agora conta ainda com mais um evento na cidade. Entre os dias 01 e 03 de maio, a Beats transforma uma mansão em Botafogo, na Rua Martins Ferreira, em uma exposição imersiva inspirada nos Little Monsters, como são chamados os fãs da cantora.
A iniciativa é gratuita e reúne cenários que parecem ter saído de um clipe da cantora.
Outro grande evento, o Web Summit Rio 2025, considerado um dos maiores do setor na América Latina, chega à terceira edição, sendo realizando até o 30 de abril. O festival reúne grandes nomes da tecnologia, inovação, negócios e cultura.
Davi Bydlowski, representante da Agencia Rosh, vai participar da feira e e diz que é um grande momento de criar alianças e trocar ideias.
Estar no Web Summit basicamente está na vitrine de todos os olhos que estão observando áreas de tecnologia, inovação, empreendedorismo e negócios de forma mundial. Então a gente vai ter ali um fórum de empresas, fórum de investidores globais e então é uma exposição, uma oportunidade ali de dar cara para pessoas super importantes do negócio que podem gerar grandes oportunidades, tracionar de fato as inovações que a gente está levando e principalmente é uma feira que ela tem como característica ser uma grande geradora de negócio. Então não é apenas ali uma exposição, mas sim uma oportunidade muito grande de conexão, uma oportunidade grande de. Criar importantes alianças e trocar ideias, apresentar conteúdos ali relevantes para players importantes do mercado, quem sabe também sair com alguns novos contratos assinados.
Ao todo, já são 113 eventos confirmados para este ano, com expectativa de atrair quase 2,5 milhões de participantes. Esse movimento deve injetar cerca de US$ 667 milhões na economia
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