
Hospital Federal da Lagoa
Reprodução
A emergência do Hospital Federal da Lagoa não será fechada com a fusão da unidade com o Instituto Fernandes Figueira, voltada à saúde da mulher e da criança. A informação foi confirmada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em entrevista exclusiva à BandNews FM.
Padilha também informou que termina em março o prazo para os servidores do Hospital da Lagoa decidirem se querem permanecer na unidade. Enquanto isso, a Fiocruz iniciou a seleção de novos profissionais que atuarão na nova unidade federal.
O Ministério da Saúde negou que haja paralisação de cirurgias na Lagoa, após ofício da Defensoria Pública da União questionar o assunto. Até o momento, não há detalhes sobre o futuro das demais especialidades médicas.
O ministro participou nesta quarta-feira (4) de agendas no Rio, incluindo a inauguração de um PET-Scan no Hospital Universitário Antônio Pedro, em Niterói, e anunciou a adesão do Grupo Amil ao programa Agora Tem Especialistas. A expectativa é de que 582 cirurgias sejam realizadas em 12 meses em hospitais do grupo, como Hospital Pasteur, Hospital Pan-Americano e Hospital de Clínicas de Jacarepaguá. Entre os procedimentos previstos estão cirurgias de vesícula, hernioplastia umbilical, mastectomia e angioplastia.
Os investimentos do programa Agora Tem Especialistas nos institutos e hospitais federais do Rio somam R$ 170 milhões. Para 2026, estão previstos novos aportes de R$ 31,7 milhões para modernizar a estrutura, ampliar a capacidade assistencial e aumentar a oferta de leitos, cirurgias, consultas e exames.
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