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Especialista afirma que tarifa do metrô do Rio poderia ser menor com mudança no contrato

Na terça-feira (25), a Agetransp, autorizou o aumento de 5,33% na tarifa, que passa de R$ 7,50 para R$ 7,90

João Boueri
JOÃO BOUERI

27/02/2025 • 15:19 • Atualizado em 27/02/2025 • 15:19

MetrôRio

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Agência Brasil

A tarifa do sistema metroviário do Rio de Janeiro poderia ser menor com uma mudança no contrato de concessão para implementar subsídio do governo estadual no modal. A avaliação é de especialistas ouvidos pela reportagem da BandNews FM nesta quinta-feira (27). Na terça-feira (25), a Agetransp, autorizou o aumento de 5,33% na tarifa, que passa de R$ 7,50 para R$ 7,90. A mudança do valor começa a valer a partir do dia 12 de abril. O sistema metroviário do Rio de Janeiro conta com uma tarifa social de R$ 5. O benefício é para usuários do Bilhete Único Intermunicipal com renda de até R$ 3.205,20. No entanto, como a vigência da tarifa chega ao fim um dia antes da alteração do valor, a Secretaria de Estado de Transportes e Mobilidade Urbana deve renovar o benefício. Para o diretor da FGV Transportes, Marcus Quintella, o Governo do Rio precisa entrar com subsídio para reduzir o valor da tarifa.

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A situação para melhorar para o Rio de Janeiro seria uma mudança no contrato de concessão, que aí tem que vir a viabilidade jurídica para que haja a entrada no suicídio do governo estadual, para que o metrô possa cobrar uma tarifa menor, a tarifa para usuário menor e receber sua tarifa técnica para poder prestar os serviços, que aí sim seria esse R$ 7,90 e cobraria do usuário uma tarifa menor, a faixa de R$ 5,50, assim como as demais tarifas no país.

O metrô do Rio de Janeiro continua como o mais caro do país. Em Brasília e Belo Horizonte, por exemplo, a passagem custa R$ 5,50. Em São Paulo, a tarifa é de R$ 5,20. No entanto, os valores são subsidiados pelo governo estadual e federal. Marcus Quintella ressaltou ainda que, apesar do Rio ter o metrô mais caro, os outros estados podem ter a tarifa técnica mais elevada, mas contam com subsídio.

Seria interessante sempre enfatizar que a tarifa que o metrô cobra de R$ 7,90 agora a partir de abril é a tarifa técnica, então não tem o subsídio, então o metrô não é a tarifa mais cara, os outros metrôs, as tarifas técnicas que não aparecem para a população são bem maiores, só que o que é cobrado a tarifa pública são subsidiadas pelos seus governos, o governo federal solicidia Porto Alegre e Recife, e o governo do estado de São Paulo, o metrô de São Paulo, então é uma situação que não se deve demonizar o metrô como a tarifa mais cara do Brasil.

De acordo com a Agetransp, o reajuste anual é previsto em contrato e o cálculo do reajuste tarifário é baseado na variação do IPCA acumulado nos últimos 12 meses. No dia 2 de fevereiro, a tarifa dos trens também foi ajustada de R$ 7,10 para R$ 7,60.

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