
Pelas redes sociais, o governador Cláudio Castro informou que os policiais vão ser promovidos postumamente.
Divulgação/PMERJ
A esposa de um dos policiais mortos durante a megaoperação das forças de segurança nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio, trocou mensagens com ele momentos antes de ele morrer. Na conversa realizada pela manhã, o sargento Heber Carvalho da Fonseca, de 39 anos, chegou a responder que “estava tudo bem” e pediu para que a companheira continuasse com as orações. Horas depois, ela tentou ligar para ele algumas vezes, mas não teve respostas.
O sargento do Bope foi um dos 4 policiais mortos durante a operação desta terça-feira (28). Heber estava na corporação desde 2011.
Além dele, outro sargento do Bope, Cleiton Serafim Gonçalves, de 42 anos, também foi atingido e não resistiu. Ele se juntou à corporação em 2008 e deixa uma esposa e uma filha.
Ainda não há informações sobre o velório deles.
O comissário de polícia Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, o Máskara, de 51 anos, também não resistiu. Ele foi enterrado no Cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador.
A filha dele fez uma postagem nas redes sociais afirmando que o ama e que ele "foi tendo conquistado seus maiores sonhos e fazendo o que sempre mais gostou de fazer".
Já a despedida do inspetor Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, ocorreu no Cemitério Memorial do Rio, em Cordovil, na Zona Norte do Rio. O velório começou às 14h e o enterro foi realizado às 16h. Ele atuava na delegacia da Pavuna.
Pelas redes sociais, o governador Cláudio Castro informou que os policiais vão ser promovidos postumamente.
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