
Bebê só pode passar por procedimento de correção genital após certidão ser corrigida
Divulgação
A família do menino de um ano que nasceu com má formação genital e foi registrado como menina se apresentou a Defensoria Pública para dar início ao processo de mudança no registro. A mãe tenta a alteração no documento há seis meses.
O pré-natal da criança, inicialmente, indicava que ela era do sexo feminino, porém, após um ano, a mãe notou que havia algo de diferente no corpo do bebê. Ela foi ao médico e os exames confirmaram que se tratava de uma má formação na genitália.
Mikaelly Inocencio do Nascimento afirma que notou algumas diferenças no corpo do bebê e o levou para o Hospital Estadual da Criança, que confirmou as caracterísiticas biológicas masculinas.
A mãe da criança afirma ainda que a criança sente dores e precisa passar por cirurgia, que depende da mudança de registro para ser feito.
Procurada, a direção do Hospital Estadual da Criança afirmou que tem oferecido ao paciente todo o suporte especailizado necessário para o caso, assim como tem prestado todas as informações e apoio à família e que aguarda a apresentação dos documentos legais para iniciar o processo cirúrgico.
O hospital reforçou que o caso da criança não oferece risco de morte nem risco de perda dos órgãos.
Sobre a demora para a alteração no registro da criança, o Tribunal de Justiça foi procurado, mas ainda não respondeu.
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