Rio de Janeiro

Filho de subsecretário está entre jovens que estupraram adolescente no Rio

Crime em Copacabana teria ocorrido em apartamento, em 31 de janeiro; escola inicia expulsão

2 min

02/03/2026 19:36 • Atualizado há 235 dias

Filho de subsecretário está entre jovens que estupraram adolescente no Rio

Um dos cinco jovens acusados de estuprar uma adolescente de 17 anos em Copacabana, na Zona Sul do Rio, é filho do Subsecretário de Governança do Estado do Rio. A informação foi confirmada por fontes da reportagem da Band nesta segunda-feira (2).

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Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, é filho de José Carlos Costa Simonin.

Segundo as investigações, o crime teria ocorrido no apartamento de Vitor Hugo, que é alugado e estava vazio, em 31 de janeiro. Ele e o menor de idade eram estudantes do Colégio Pedro II. A instituição já deu início ao processo de expulsão dos dois.

A reportagem da BandNews FM tenta contato com a defesa do citado. Procurado, o Governo do Rio ainda não se manifestou.

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O Disque Denúncia divulgou um cartaz para ajudar na localização dos foragidos, que são:

  • Bruno Felipe dos Santos Allegretti, 18 anos;
  • Vitor Hugo Oliveira Simonin, 18;
  • Mattheus Verissimo Zoel Martins, 19; e
  • João Gabriel Xavier Bertho, 19.
nvestigados por estupro coletivo em Copacabana, no RJ

nvestigados por estupro coletivo em Copacabana, no RJ

O caso

Segundo as investigações, a adolescente foi levada ao apartamento por um menor de idade de 17 anos, que também é procurado. Os dois já tiveram um relacionamento. Mas, quando a vítima chegou ao imóvel, outros quatro homens estavam no cômodo.Imagens de câmeras de segurança registraram a cronologia do crime. Às 19h24 do dia 31 de janeiro, os homens adultos chegam no apartamento. Um minuto depois, o ex-namorado da vítima chega com ela no imóvel. Cerca de uma hora depois, a vítima deixa o apartamento com o menor de idade. E 20 minutos depois, os quatro adultos e o ex-namorado da adolescente deixam o prédio em Copacabana.A vítima procurou a Delegacia de Copacabana no mesmo dia do crime. O exame de corpo de delito identificou lesões relacionadas à violência física, como ferimentos na área genital, sangue, hematomas nas costas e nos glúteos e suspeita de fratura na costela. A adolescente foi agredida por todos os envolvidos, segundo as investigações, com sessões de tapas e chutes.

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