
Imagem do incêndio
Reprodução
A Polícia Civil investiga as causas do incêndio que atingiu o pavilhão de número 22 da Central de Abastecimento do Estado do Rio, em Irajá, na Zona Norte. Este é o segundo caso em três meses.
Dez boxes foram interditados pela Defesa Civil por causa de danos causados pelo fogo, mas nenhum apresenta risco de desabamento.
A primeira linha de investigação é de que tenha ocorrido um curto-circuito no boxe.
Segundo testemunhas, o fogo começou por volta das 6h30 da manhã dessa terça-feira (24) em um depósito de bebidas, e, em poucos minutos se propagou para duas lojas vizinhas, de legumes e verduras.
O administrador do depósito onde as chamas começaram, Júlio Gomes, lamentou o incêndio.
O vendedor da loja vizinha, Silval Lima, contou que no momento em que o incêndio começou, outros funcionários ajudaram a quebrar estruturas para ajudar a apagar.
O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, esteve presente na Central de Abastecimento e afirmou que o incêndio foi menor devido a ajuda da tecnologia do sprinkler, dispositivo automático de combate a incêndio adquirido para os boxes da Ceasa.
Bombeiros de seis quartéis trabalharam por duas horas e meia para conseguir controlar as chamas. Ninguém ficou ferido.
Em nota, a Ceasa afirmou que a atuação rápida das equipes foi fundamental para conter a situação.
A central reforçou que vem promovendo melhorias no sistema de prevenção e combate a incêndio em toda a área, além de realizar orientações e fiscalizações periódicas junto com os funcionários cientes dos protocolos de segurança.
A Ceasa finaliza afirmando que está adotando medidas para minimizar os impactos aos afetados, incluindo realocação de lojistas e trabalhadores.
A central de abastecimento vai funcionar normalmente durante toda a semana.
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