
A principal influência para o aumento da inflação foi o setor da energia elétrica residencial,
José Cruz/Agência Brasil
A inflação do país aumenta e fica em 0,48% no mês de setembro, segundo o IBGE. O número ficou acima da taxa de agosto, que foi de -0,11%. Em 2025, a inflação acumula alta de 3,64%. Já nos últimos 12 meses, o índice ficou em 5,17%.
Os resultados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foram divulgados nesta quinta-feira (8) pelo IBGE.
A principal influência para o aumento da inflação foi o setor da energia elétrica residencial, que saiu de -4,21% em agosto para 10,31% em setembro. Segundo o IBGE, foi o maior impacto individual no índice. Em 2025, a energia elétrica residencial acumula alta de 16,42%.
Já o grupo alimentação e bebidas registrou queda pelo quarto mês consecutivo. Os destaques foram as quedas do tomate (-11,52%), da cebola (-10,16%), do alho (-8,7%), da batata-inglesa (-8,55%) e do arroz (-2,14%).
Para o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, a queda nos preços dos alimentos já pode refletir na alimentação fora, por exemplo.
O carioca Miguel Soares percebeu a queda dos alimentos em feiras livres do município.
O grupo habitação também ajudou a puxar a alta da inflação em setembro. No mês passado, a alta foi de 2,97%.
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