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Investigações da Polícia Civil apontam que grupo criminoso movimentou mais de R$ 10 milhões

Segundo a instituição, um taxista teria movimentado em apenas seis meses R$ 1,5 milhão

Fernanda Caldas
FERNANDA CALDAS

26/03/2025 • 17:06 • Atualizado em 26/03/2025 • 17:06

A Polícia Civil realizou, nesta quarta-feira (26), uma ação contra os criminosos

A Polícia Civil realizou, nesta quarta-feira (26), uma ação contra os criminosos

Divulgação/PCERJ

Investigações da Polícia Civil apontam que o grupo alvo de uma operação movimentou, por meio de um esquema criminoso, mais de R$ 10 milhões. Segundo a instituição, um taxista teria movimentado em apenas seis meses R$ 1,5 milhão e transferido parte desses valores para um policial militar apontado como chefe da milícia no Quitungo, na Zona Norte do Rio.

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A Polícia Civil realizou, nesta quarta-feira (26), uma ação contra os criminosos que lavavam dinheiro proveniente das ações do grupo paramilitar que atuava na comunidade.

Ao todo, dez mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados aos bandidos e em empresas que eram usadas de fachada para a lavagem.

Um dos alvos da operação foi o policial militar Zaqueu de Jesus Pereira Bueno. Zaqueu já tinha sido preso duas vezes em 2014 e 2020. O PM também estava envolvido no caso da morte da auxiliar de serviços gerais Cláudia Silva Ferreira. Em 2014, Claudia foi baleada em Madureira, na Zona Norte do Rio, e depois arrastada por uma viatura da Polícia Militar por 300 metros. Os agentes envolvidos foram inocentados pela Justiça.

Segundo as investigações, Zaqueu era o chefe da milícia no Quitungo. O grupo paramilitar controlava a região antes do Comando Vermelho dominar a área.

O delegado Renan Mello explicou como funcionava o esquema de lavagem de dinheiro montado pelo PM.

De acordo com a instituição, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados a pequenos empresários que mantinham relações financeiras com o grupo.

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