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Justiça analisa pedido de prisão domiciliar de médico no caso Marilha

Caso envolve morte de jovem após procedimento estético na Zona Oeste do Rio

João Boueri
JOÃO BOUERI

19/01/2026 • 12:27 • Atualizado em 19/01/2026 • 12:27

Marilha Menezes Antunes

Marilha Menezes Antunes

Reprodução

A Justiça do Rio de Janeiro deve solicitar um relatório médico para avaliar o estado de saúde do cirurgião plástico acusado de matar a jovem Marilha Menezes Antunes, de 28 anos, durante um procedimento de hidrolipoaspiração. A medida faz parte da análise do pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa do médico.

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Além do exame oficial, o Ministério Público recomendou que a Justiça verifique se a Cadeia Pública Juíza Patrícia Acioli, em São Gonçalo, na Região Metropolitana, tem condições de oferecer o tratamento necessário ao acusado. A decisão ficará a cargo do juiz Thiago Portes Vieira de Souza.

A primeira audiência de instrução e julgamento, inicialmente marcada para o dia 19 de fevereiro, foi adiada para o dia 27 do mesmo mês.

A cirurgia de Marilha Menezes foi realizada no dia 8 de setembro do ano passado, na clínica Amacor, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. A paciente morreu após sofrer perfurações durante o procedimento. O médico responsável afirmou, à época, que a morte teria sido causada por broncoaspiração seguida de parada cardiorrespiratória, mas o laudo do Instituto Médico Legal apontou sete perfurações no corpo da vítima.

No início de janeiro, a enfermeira Sabrina Rabetin Serri, que também responde pelo caso, foi solta e passou a responder em liberdade pelos crimes de homicídio qualificado e falsidade ideológica.

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