
Tribunal de Justiça do Rio
Reprodução/TJRJ
A Justiça do Rio nega o pedido de revogação da prisão preventiva da mentora espiritual acusada de participação na morte do empresário Luiz Marcelo Ormond, envenenado com um brigadeirão. O caso aconteceu em maio do ano passado no bairro Engenho Novo, na Zona Norte do Rio.
A defesa da cigana Suyane Breschak alegou que ela estava sofrendo agressões e ameaças no presídio, solicitando a mudança para prisão domiciliar. Segundo a juíza Lúcia Mothe Glioche, não existe certeza quanto à alegação, sendo necessária uma investigação.
Já a defesa de Julia Andrade Cathermol Pimenta, que era companheira do empresário, pediu para retirá-la da denúncia de autoria do crime, argumentando que não haveria materialidade.
O pedido também foi negado pela Justiça, já que, segundo a decisão, os depoimentos colhidos no inquérito indicam que a dupla se uniu com o fim de eliminar a vida da vítima, para usufruir de seus bens, agindo de forma calculada e fria.
A audiência de instrução e julgamento do caso foi marcada para o dia 1º de abril, às 13h.
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