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Justiça mantém prisão do Faraó dos Bitcoins em presídio federal

Acusado de liderar organização criminosa que movimentou R$ 38 bilhões permanece detido

ERICKA LEVIGARD

26/09/2025 • 15:52 • Atualizado em 26/09/2025 • 15:52

O desembargador considerou que os motivos iniciais que determinaram a transferência do Faraó dos Bitcoins para um presídio federal persistem.

O desembargador considerou que os motivos iniciais que determinaram a transferência do Faraó dos Bitcoins para um presídio federal persistem.

Reprodução/Redes Sociais

A Justiça do Rio mantém a prisão de Glaidson Acácio dos Santos, o Faraó dos Bitcoins, em presídio federal. Detido desde 2021, Glaidson é apontado como chefe de uma organização criminosa envolvendo criptomoedas, que teria movimentado cerca de R$ 38 bilhões.

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A decisão foi publicada nesta quarta-feira (24), pelo desembargador Claudio Tavares de Oliveira Junior. De acordo com o documento, há fortes indícios de que o Glaidson se valia da liderança em perigosa organização criminosa para corromper agentes públicos, adquirir alimentos e bebidas proibidos, receber visitas não credenciadas e se comunicar de forma ilimitada por meio de aparelho celular.

Além disso, de acordo com o Ministério Público, a esposa e sócia do preso movimentou cerca de um bilhão de reais após a prisão cautelar do marido, o que a levou a ser presa em 2024. A capacidade econômica da organização potencializa o alcance da atuação, com mais de 7.500 celulares apreendidos no interior das unidades prisionais do Rio só em 2024.

O desembargador considerou que os motivos iniciais que determinaram a transferência do Faraó dos Bitcoins para um presídio federal persistem.

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