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Justiça muda ordem de depoimentos no júri do caso Henry Borel

Habeas corpus faz Jairinho ser ouvido após Monique Medeiros no julgamento

Guilherme Faria
GUILHERME FARIA

28/05/2026 • 09:33 • Atualizado em 28/05/2026 • 09:33

Jairinho será ouvido depois de Monique

Jairinho será ouvido depois de Monique

Reprodução

A Justiça do Rio aceita um habeas corpus apresentado pela defesa do ex-vereador Jairinho e determina que ele seja ouvido depois de Monique Medeiros no processo em que os dois são réus pela morte do menino Henry Borel.

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No início da semana, o pedido havia sido negado pela juíza Elizabeth Machado Louro, que preside o júri popular. O pedido foi feito pelos advogados Rodrigo Faucz e Alanis Matzembacher.

Eles argumentam que Monique acusa o ex-vereador de ter cometido o crime sozinho e que, por isso, o depoimento dela antes do dele é importante para que a defesa possa entender o teor completo das acusações e se manifestar de forma adequada.

O julgamento entra no quarto dia nesta quinta-feira (28), com a previsão de depoimentos de mais três testemunhas. Até o momento, foram ouvidos os delegados que participaram das investigações, um psiquiatra e uma médica que atendeu Henry no hospital no dia da morte do menino.

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