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Justiça nega sigilo em processo que investiga Bruno Henrique por suposta manipulação de aposta

O pedido da defesa para barrar envio de provas à CPI das Apostas também foi recusado

Guilherme Faria
GUILHERME FARIA

01/05/2025 • 15:58 • Atualizado em 01/05/2025 • 15:58

Bruno Henrique e outros envolvidos no caso foram indiciados pela Polícia Federal em abril

Bruno Henrique e outros envolvidos no caso foram indiciados pela Polícia Federal em abril

Divulgação/Flamengo

A Justiça do Distrito Federal nega um pedido feito por parentes do jogador Bruno Henrique do Flamengo para decretar sigilo no processo que apura se o atacante agiu para beneficiar apostadores ao receber um cartão amarelo em um jogo do Campeonato Brasileiro de 2023. Na decisão, de quarta-feira (30), o juiz Fernando Brandini Barbagalo também indeferiu um pedido feito pela defesa do atleta, que solicitava que o tribunal reconsiderasse o compartilhamento de provas com a CPI do Senado Federal sobre a Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas. O magistrado também autorizou o compartilhamento dos dados da investigação da Polícia Federal com o Superior Tribunal de Justiça Desportiva, que pode instaurar um novo inquérito contra o atleta. Bruno Henrique e outros envolvidos no caso foram indiciados pela Polícia Federal em abril. As investigações apontam que existem provas de que o atacante forçou um cartão amarelo em um jogo contra o Santos, em 2023, com o objetivo de ajudar parentes a ganhar as apostas. A BandNews FM tenta contato com a defesa de Bruno Henrique.

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