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Menor envolvido em estupro coletivo em Copacabana se entrega para a Polícia

Adolescente era considerado foragido após decisão judicial que determinou internação provisória; caso envolve outros quatro adultos já presos

João Boueri
JOÃO BOUERI

06/03/2026 • 15:17 • Atualizado em 06/03/2026 • 15:17

O menor envolvido no estupro coletivo de uma jovem de 17 anos em Copacabana, na Zona Sul do Rio, se entrega à Polícia.

O menor envolvido no estupro coletivo de uma jovem de 17 anos em Copacabana, na Zona Sul do Rio, se entrega à Polícia.

Reprodução

O menor envolvido no estupro coletivo de uma jovem de 17 anos em Copacabana, na Zona Sul do Rio, se entregou à Polícia nesta sexta-feira (6).

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O jovem se apresentou na delegacia de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, no início da tarde desta sexta-feira (6). Ele era considerado foragido após a Justiça decretar a internação do menor. A medida atendeu a um pedido do Ministério Público.

Segundo o MP, a internação provisória é necessária para garantir a ordem pública e também para assegurar a segurança pessoal do próprio adolescente, em razão da repercussão do caso.

Na quinta (5), a Polícia Civil realizou buscas em dois endereços ligados ao menor. No entanto, ele não foi encontrado.

Segundo as investigações, ele teria arquitetado o crime que aconteceu no dia 31 de janeiro, já que convidou a vítima para o apartamento onde o crime aconteceu. O menor e a adolescente já tinham tido um relacionamento, anteriormente.

O jovem também é investigado por outro um crime de estupro que teria ocorrido em agosto de 2023.

Na segunda-feira (2), a vítima fez o registro na Delegacia de Copacabana e apontou o envolvimento do adolescente e de Matheus Veríssimo Zoel Martins, também envolvido no estupro coletivo do dia 31 de janeiro de 2026.

Os quatro adultos envolvidos no caso se entregaram e estão presos.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, o grupo vai permanecer no presídio, em Benfica, na Zona Norte do Rio, separados do coletivo. Eles respondem pelos crimes de estupro qualificado, estupro coletivo e cárcere privado.

A defesa dos acusados nega os crimes.

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