Motivo para execução de Fernando Iggnácio seria disputa pelo controle de jogos de azar
Contraventor foi morto em novembro de 2020 na Zona Oeste do Rio

O Ministério Público do Rio relacionou a morte do contraventor Fernando Iggnácio à disputa territorial pelo controle de jogos de azar após realizar o confronto balístico dos fuzis apreendidos com os assassinos do bicheiro com os projéteis arrecadados no local do homicídio de outros dois envolvidos na contravenção.
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Jorge Crispim era braço direito de Fernando Iggnácio. Ele foi executado em junho de 2020. 45 dias antes, Sérgio Lima Ferraz, que atuava na segurança de Crispim, também foi executado.
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Fernando Iggnácio foi monitorado por pelo menos oito meses antes de ser executado
Já Iggnácio foi morto em novembro do mesmo ano. Segundo o MP, o confronto balístico entre as armas e projéteis utilizados nas três mortes deu positivo.
