
A nova política de coleta de lixo da Comlurb, com uso de caçambas de 1.200 litros espalhadas pelas ruas da cidade, divide opiniões entre garis
Reprodução/ Prefeitura
A nova política de coleta de lixo da Comlurb, com uso de caçambas de 1.200 litros espalhadas pelas ruas da cidade, divide opiniões entre garis.
Nesta segunda-feira (30), a reportagem da BandNews FM percorreu ruas de Botafogo e Copacabana, na Zona Sul, e conversou com profissionais sobre a mudança no sistema de recolhimento.
Um gari, que preferiu não se identificar, afirmou que, apesar da coleta ter ficado mais rápida, o peso e a dificuldade no manuseio das caçambas são os principais problemas. Outro trabalhador também relatou dificuldades no uso dos equipamentos e disse que, em alguns casos, os caminhões chegam com defeito.
A mudança também divide opiniões entre moradores.
Na manhã desta segunda-feira, a reportagem flagrou dois caminhões com problemas nos equipamentos de coleta, incluindo peças soltas e vazamento de óleo. Em um dos veículos, o dispositivo onde são colocadas as caçambas estava quebrado.
A BandNews FM apurou que os caminhões são alugados pela Grillo e Ribeiro. Em nota, a empresa informou que a frota locada à Comlurb é nova, adquirida entre 2024 e 2025, e que a manutenção é feita com rotinas preventivas e corretivas, além de acompanhamento constante das condições de uso. A empresa também afirmou que vai apurar os casos denunciados.
Segundo a Prefeitura, as caçambas são alugadas junto com os caminhões, com custo unitário de R$ 3.500, e estão vinculadas à operação da Comlurb.
Atualmente, o Rio conta com cerca de 15 mil caçambas de coleta de lixo. A expectativa é chegar a 35 mil unidades até o fim do ano
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