
Ação do PDT no STF para anular a eleição da presidência da Alerj argumenta que o pleito deveria ser feito por voto secreto
Thiago Lontra / ALERJ
A ação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) no Supremo Tribunal Federal para anular a eleição da presidência da Assembleia Legislativa do Rio argumenta que o pleito deveria ser feito por voto secreto.
A petição é assinada pelo presidente nacional do partido, Carlos Lupi. A legenda pede que seja declarada a "inconstitucionalidade definitiva da prática de voto nominal aberto para a eleição" e que a condução da eleição foi ilegal, em razão da instabilidade instuticional da Casa Legislativa.
Na sexta-feira (17), o deputado estadual Douglas Ruas (PL) foi eleito o novo presidente da Alerj. O placar terminou em 44 a 0 para o ex-secretário de Estado de Cidades do ex-governador Cláudio Castro. Um deputado se absteve.
Vinte e cinco deputados tentaram obstruir a votação ao não comparecer ao plenário, mas o quorum mínimo foi atingido pelos outros parlamentares.
Na teoria, com um novo presidente eleito, a Assembleia Legislativa do Rio voltaria para a linha sucessória do Governo do Rio.
No entanto, o STF determinou que o desembargador Ricardo Couto de Castro permaneça à frente do Palácio Guanabara até o término do julgamento do formato do mandato-tampão em Brasília. Não há data para retomada da análise.
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