
Por causa da operação, 16 escolas municipais e duas estaduais na Maré precisaram suspender as aulas
Divulgação
O policial militar e o assessor especial da Prefeitura de Petrópolis presos durante ação da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio contra a expensão do Comando Vermelho na Região Serrana são apontados como informantes da facção criminosa.
Ao todo, doze pessoas foram presas na Operação Asfixia. Bruno da Cruz Rosa, sargento da PM, era lotado no batalhão de Mesquita. A corporação afirmou que vai abrir um processo para avaliar a expulsão dele.
Segundo o delegado Victor Maranhão, o PM recebia benefícios e até dinheiro para divulgar operações na região Serrana.
Já Robson Esteves de Oliveira, assessor especial da Prefeitura de Petrópolis foi exonerado.
A ação também contou com desdobramentos na Zona Norte da capital fluminnese. No Parque União, na Maré, agentes da CORE e promotores do Gaeco também cumpriram mandados de prisão e bloqueio de bens, que somam cerca de 700 mil reais.
As equipes foram recebidas a tiros e os moradores ficaram em meio ao fogo cruzado.
De acordo com as investigações, Petrópolis havia se transformado em entreposto estratégico para a distribuição de drogas em toda a Região Serrana.
O chefe do CV na área, Wando da Silva Costa, o Macumbinha, e o braço direito dele, Luis Felipe Alves, não foram encontrados e já são considerados foragidos.
Segundo a polícia civil, os criminosos coordenavam, de dentro do Complexo da Maré a logística de transporte dos entorpecentes para Petrópolis.
Por causa da operação, 16 escolas municipais e duas estaduais na Maré precisaram suspender as aulas. Duas Clínicas da Família também interromperam ou reduziram o atendimento.
Newsletter Notícias
Inscreva-se na nossa newsletter e receba as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail.
Selecione os seus temas favoritos:

