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Polícia acredita que morte de policial em Niterói pode estar ligada à máfia ou a retaliação

As prisões dos três suspeitos do crime foram convertidas em preventivas

CLARA NERY

07/10/2025 • 16:10 • Atualizado em 07/10/2025 • 16:10

Carlos José Viana, de 59 anos, foi executado com pelo menos doze tiros

Carlos José Viana, de 59 anos, foi executado com pelo menos doze tiros

Reprodução

A Justiça converteu em preventivas as prisões dos três suspeitos de envolvimento na morte de um policial civil em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.A Polícia Civil acredita que a morte dp agente pode estar ligada à máfia dos cigarros ou a uma retaliação ao trabalho do investigador. O caso aconteceu na manhã de segunda-feira (6), em Piratininga.

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Carlos José Viana, de 59 anos, foi executado com pelo menos doze tiros enquanto tirava o lixo em frente a residência em que viva. Câmeras de segurança registraram o momento em que um carro branco se aproxima e um dos ocupantes dispara várias vezes pela janela do banco do carona.

O agente era lotado na delegacia de Madureira, na Zona Norte do Rio.

Segundo o delegado Willians Batista, o inspetor estava sendo seguido nos últimos dias.

Um dia antes do crime, o carro preto que foi usado pelos criminosos para fugir depois da execução foi flagrado circulando nas proximidades do local do crime. Já o veículo usado na execução, foi identificado por câmeras do Centro Integrado de Segurança Pública de Niterói. As imagens ajudaram a rastrear a fuga dos suspeitos até a Baixada Fluminense.

Horas depois do episódio, o carro branco usado por eles foi encontrado incendiado em Xerém, em Duque de Caxias. Perto do local, policiais prenderam três suspeitos, entre eles dois PMs da ativa: Fábio de Oliveira Ramos, Felipe Ramos Noronha, e Mayck Junior Pfister Pedro, que já teria passagem por distribuição de cigarros ilegais.

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