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Polícia investiga influenciadores que divulgavam manobras perigosas no Rio

Ação da DRCI cumpre mandados de busca e apreensão e mira grupo que divulgava “pegas” e práticas ilegais de trânsito para ganhar alcance nas redes sociais

Da redação
DA REDAÇÃO

08/12/2025 • 08:00 • Atualizado em 08/12/2025 • 08:00

Agentes cumprindo mandato em casa de influencer investigado por incentivar práticas ilegais de trânsito

Agentes cumprindo mandato em casa de influencer investigado por incentivar práticas ilegais de trânsito

Divulgação

Ação da DRCI cumpre mandados de busca e apreensão e mira grupo que divulgava “pegas” e práticas ilegais de trânsito para ganhar alcance nas redes sociais

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A Polícia Civil do Rio realizou, nesta segunda-feira (8), uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão contra influenciadores que publicavam vídeos de manobras arriscadas e “pegas” em vias movimentadas da capital fluminense. A ação, batizada de Zero Grau, é conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) e ocorre em endereços da Zona Norte, Zona Oeste e Baixada Fluminense.

Segundo a corporação, a investigação começou após a circulação de vídeos que mostram motociclistas realizando manobras ilegais em ruas com grande fluxo de veículos. Os alvos seriam integrantes de um grupo que utiliza plataformas digitais para divulgar ações de risco, buscar engajamento e gerar lucro a partir desse conteúdo.

De acordo com os agentes, o grupo atuava de forma organizada, com publicações sincronizadas, uso de hashtags semelhantes e aparições conjuntas para ampliar o alcance das postagens. As autoridades apontam ainda a participação em eventos clandestinos nos quais veículos de alto valor são exibidos e infrações de trânsito são estimuladas.

Nesta etapa, o objetivo dos investigadores é interromper a continuidade das práticas e impedir que condutas ilegais sejam tratadas como entretenimento nas redes. As equipes também procuram celulares e outros dispositivos que possam ajudar a identificar novos envolvidos e rastrear veículos usados nas ações.

Os investigados podem responder por crimes como atentado contra a segurança de meios de transporte, adulteração de sinal identificador de veículo, incitação ao crime e associação criminosa.

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