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Postos registram falta de combustíveis e aumento de preços no Rio

Revendedores relatam redução no fornecimento por distribuidoras na capital e na Dutra

João Boueri
JOÃO BOUERI

16/03/2026 • 11:24 • Atualizado em 16/03/2026 • 11:24

O Sindicato dos Postos de Combustíveis do Município do Rio de Janeiro afirma que recebeu relatos de revendedores sobre falta de entrega de produtos em postos

O Sindicato dos Postos de Combustíveis do Município do Rio de Janeiro afirma que recebeu relatos de revendedores sobre falta de entrega de produtos em postos

José Cruz/Agência Brasil

O Sindicato dos Postos de Combustíveis do Município do Rio de Janeiro afirma que recebeu relatos de revendedores sobre falta de entrega de produtos em postos. A declaração foi dada pelo presidente do Sindcomb, Manuel Fonseca, nesta segunda-feira (16) à reportagem da BandNews FM.

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Segundo o sindicato, as principais distribuidoras estariam reduzindo o fornecimento de combustíveis aos estabelecimentos.

Também nesta segunda-feira (16), motoristas também perceberam falta de gasolina, etanol e diesel em alguns postos de combustíveis, assim como a alta dos mesmos como também registrado na última semana.

Parte do desabastecimento foi notado na Rodovia Presidente Dutra, que liga os estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

A Federação das Empresas de Mobilidade do Estado do Rio também pediu para que as distribuidoras de combustíveis adotem estratégias para garantir a regularidade do abastecimento e planos de contingência para minimizar riscos de desabastecimento.

O ofício também enviado à Secretaria de Estado de Transportes e Mobilidade Urbana e ao Detro acontece com o aumento do preço do litro do diesel.

No documento da SEMOVE, obtido com exclusividade pela BandNews FM, a Federação também pede a perspectiva de evolução de preços e priorização do fornecimento para o serviço essencial de transporte de passageiros.

O ofício fala que o aumento do preço do óleo diesel, combustível utilizado pelos ônibus que operam no Rio de Janeiro, pode provocar impacto nas tarifas praticados em pelo menos 14,22% em todo o Estado.

Atualmente, o transporte coletivo responde por cerca de 50% das viagens motoristas no Estado. Segundo a Semove, qualquer ruptura ou elevação abrupta de custos impacta a continuidade e a modicidade tarifária.

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