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Prefeitura do Rio vai analisar bebidas destiladas vendidas na cidade

O Governo do Estado emitiu um alerta sobre a intoxicação por metanol para os 92 municípios

ÁDISON RAMOS

02/10/2025 • 17:14 • Atualizado em 02/10/2025 • 17:14

A medida foi tomada depois da publicação de um decreto que regulamenta a fiscalização

A medida foi tomada depois da publicação de um decreto que regulamenta a fiscalização

Divulgação

Pela primeira vez, a prefeitura do Rio de Janeiro vai analisar bebidas destiladas vendidas na cidade. O objetivo é saber se há contaminação por metanol.

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A medida foi tomada depois da publicação de um decreto que regulamenta a fiscalização de estabelecimentos que armazenam e vendem os produtos no município. O secretário municipal de Saúde Daniel Soranz explicou que a fiscalização vai ser intensificada.

De acordo com as novas regras, os rótulos dos produtos devem ter informações como: o nome e o endereço do produtor ou fabricante, do engarrafador, envasilhador ou importador. Além disso, é preciso ter o número de registro no Ministério da Agricultura e Pecuária e a identificação do lote.

O Serviço de Inspeção Municipal de Produtos Vegetais, ligado ao Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, vai ser o responsável pela fiscalização. Os vinhos e produtos derivados de uva, como sucos e vinagres ficam de fora da regulamentação do município.

O secretário do Procon Carioca, João Pires, alerta que os estabelecimentos devem garantir que o cliente tenha acesso às garrafas das bebidas vendidas no local.

O Procon Estadual afirma que, só no último ano, mais de 300 litros de bebidas com indícios de falsificação foram apreendidos no Rio. O órgão vai lançar na sexta-feira (3) uma cartilha com orientações para comerciantes e consumidores. Segundo o secretário de Estado de Defesa do Consumidor, Gutenberg Fonseca, algumas características podem indicar que a bebida é pirata.

O Governo do Estado emitiu um alerta sobre a intoxicação por metanol para os 92 municípios. O documento orienta a atuação dos profissionais de saúde e determina que casos suspeitos sejam imediatamente informados ao Ministério da Saúde.

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