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Projeto que cria fiscalização digital de estacionamentos no Rio segue para sanção de Paes

Nesta quinta-feira (16), um substitutivo da proposta, com duas emendas, foi aprovado de forma unânime

ERICKA LEVIGARD

16/10/2025 • 19:04 • Atualizado em 16/10/2025 • 19:04

A princípio, a sessão de segunda discussão seria realizada na terça-feira (14), mas foi adiada

A princípio, a sessão de segunda discussão seria realizada na terça-feira (14), mas foi adiada

Reprodução

O projeto de lei que prevê a implementação de uma fiscalização digital da cobrança por estacionamento nas ruas da capital fluminense vai ser encaminhado para a sanção do prefeito Eduardo Paes.

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Nesta quinta-feira (16), um substitutivo da proposta, com duas emendas, foi aprovado de forma unânime em segunda discussão na Câmara Municipal.

O objetivo é a implementação do Sistema de Estacionamento Rotativo Tarifado - Área Azul Digital, destinado à ordenação do uso de vagas de estacionamento em vias e logradouros públicos, com um controle eletrônico.

O texto original prevê a utilização de um sistema capaz de reconhecer placas por meio de câmeras de segurança, utilizar a localização do veículo via GPS e oferecer a possibilidade de pagamento remoto.

A operadora seria um ente público ou privado responsável pela gestão, manutenção, fiscalização e arrecadação do sistema.

Para o autor do projeto, o vereador Marcelo Diniz, o objetivo é impedir que o cidadão seja extorquido.

O substitutivo incluiu uma nova emenda que prevê a formalização dos profissionais que atuam, além de sugerir a cobrança de valores diferentes, com base na localidade da vaga. Pontos turísticos da capital fluminense vão ter valores mais altos.

Para o vereador Pedro Duarte, um dos 30 co-autores do projeto, o artigo que prevê que o sistema deve firmar convênios ou contratos para a implementação de fiscais pode ser um problema.

Na semana passada, o projeto foi aprovado em primeira discussão.

A princípio, a sessão de segunda discussão seria realizada na terça-feira (14), mas foi adiada.

O prefeito Eduardo Paes pode sancionar ou vetar o projeto. Se for aprovado, ele começa a valer a partir de 2026.

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