
Essa é a segunda redução em menos de um mês
Foto: Agência Petrobras
O anúncio da Petrobras sobre a redução nos preços da gasolina para as distribuidoras animou os consumidores. No entanto, o questionamento é se essa queda no preço vai chegar ao bolso de quem consome o combustível.
O último reajuste de R$ 0,25 entrou em vigor na sexta-feira (2). De acordo com a Petrobras, a retração acompanha o preço do mercado internacional e das taxas de câmbio.
O economista do Observatório Social do Petróleo e do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais, Eric Gil Dantas, acredita que as quedas nos valores não são motivadas só por questões eleitoreiras.
De acordo com o levantamento da Agência Nacional do Petróleo, a gasolina foi encontrada nos postos do país, entre os dias 28 de agosto e três de setembro pelo preço médio de R$ 5,17. No entanto, o valor médio litro já chegou a R$ 7,39 no Brasil em junho deste ano, o maior desde que a ANP começou a realizar o levantamento.
Quem depende do combustível para trabalhar comemora. O motorista de aplicativo Pedro Henrique contou que já trabalhou com o carro na gasolina, mas devido aos aumentos do ano passado, preferiu colocar GNV no veículo que é seu meio de trabalho.
Essa é a segunda redução em menos de um mês. A última ocorreu no dia 16 de agosto, quando a estatal promoveu uma queda de R$ 0,18.
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