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Rio se prepara para o Carnaval de rua com seis milhões de participantes

Desfiles, megablocos e esquema de segurança e saúde mobilizam a cidade e movimentam a economia

Por Redação
REDAÇÃO

15/01/2026 • 17:02 • Atualizado em 15/01/2026 • 17:02

Carnaval de Rua no Rio de Janeiro

Carnaval de Rua no Rio de Janeiro

Fernando Maia/Riotur

Seis milhões de pessoas devem participar do Carnaval de rua do Rio, que começa no próximo sábado (17). O número é o mesmo do ano passado.

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São 462 desfiles oficiais até o dia 22 de fevereiro, mais de 30 que vão se apresentar pela primeira vez.

Outros cortejos vão voltar para o lugar de origem. O tradicional Cordão do Boitatá volta a desfilar no trajeto dos megablocos, no dia 8 de fevereiro. Vão ser dez blocos maiores desfilando no circuito Preta Gil, na Avenida Presidente Antônio Carlos, no Centro. O secretário municipal de Ordem Pública, Marcus Belchior, ressalta que o esquema para os megablocos é parecido com o do Réveillon.

No ano passado, algumas ligas com blocos menores criticaram a burocracia e o tempo longo necessário para conseguir a autorização do Corpo de Bombeiros e, consequentemente, da RioTur, para desfilar. O presidente da empresa, Bernardo Fellows, diz que algumas exigências foram flexibilizadas.

Nesta quinta-feira (15), a Prefeitura apresentou o esquema completo do Carnaval de rua.

Mais de 1.100 agentes da Secretaria de Ordem Pública vão atuar em toda a cidade no Carnaval. A movimentação dos foliões vai ser acompanhada por quatro mil câmeras e três drones, que enviam imagens para o Centro de Operações da Prefeitura.

A preocupação também é com a saúde dos foliões, em um verão de Rio com 41 graus. Sete postos hospitalares vão ser instalados.

Em toda a cidade, são 15 mil ambulantes credenciados, que também não podem vender materiais de vidro, e os preços são tabelados pela Prefeitura.

Mais de 20 mil metros de cercamento vão proteger monumentos e canteiros, e a COMLURB prevê a maior operação de limpeza hidráulica da cidade, com cinco mil litros de essência de eucalipto e 40 mil de sabão.

Uma festa que atrai turistas e movimenta a economia do Rio. Só no ano passado, foram mais de cinco bilhões e meio de reais. E neste ano, a expectativa é que o número cresça, segundo o presidente da RioTur, Bernardo Fellows.

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