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Rodrigo Bacellar pede licença após novas medidas impostas pelo STF

Licença ocorre após decisões do STF que mantêm o deputado afastado da presidência e o investigam por alertar TH Joias sobre operação da PF

ERICKA LEVIGARD

10/12/2025 • 16:41 • Atualizado em 10/12/2025 • 16:41

O deputado estadual Rodrigo Bacellar solicita uma licença de 10 dias do cargo de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio

O deputado estadual Rodrigo Bacellar solicita uma licença de 10 dias do cargo de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio

Reprodução

O deputado estadual Rodrigo Bacellar solicita uma licença de 10 dias do cargo de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio para tratar de assuntos de caráter particular. O ofício deve ser publicado em edição extra do Diário Oficial da Casa ainda nesta quata-feira (10). O período vai se somar ao recesso de fim de ano já previsto para os parlamentares.

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A solicitação acontece um dia depois do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moares determinar uma série de medidas cautelares para ao presidente afastado.

Na terça-feira (9), o deputado deixou a Superintendência da Polícia Federal, na Zona Portuária do Rio, e começou a ser monitorado por tornozeleira eletrônica. A decisão foi tomada após o STF receber o texto da resolução aprovado pelos deputados estaduais da Alerj, que decidiram revogar a prisão de Rodrigo Bacellar.

Além disso, Moraes determinou a manutenção do afastamento de Bacellar da presidência da Casa, que ele não se comunicasse com outros investigados e que entregasse os passaportes para a Polícia Federal.

Rodrigo Bacellar foi preso pela Polícia Federal, acusado de obstruir a investigação de uma operação contra o ex-deputado estadual TH Joias. Thiego Raimundo dos Santos Silva é acusado de ser o braço do Comando Vermelho na política do Rio. O ex-parlamentar foi preso em setembro, em uma operação da Polícia Federal.

Segundo a PF, Rodrigo Bacellar avisou o deputado estadual TH Joias por telefone sobre a operação que prendeu o deputado na tarde anterior da ação. Ele teria orientado Thiego a destruir provas.

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