
Com o enredo “De Corpo Fechado”, a agremiação resgatou as raízes espirituais para fazer uma viagem por rituais de proteção
Eduardo Hollanda/Rio Carnaval
O Acadêmicos do Salgueiro abordou as raízes espirituais da escola para conquistar o tão sonhado título. A narrativa mergulhou nos rituais de proteção cultuados por diferentes povos ao longo do tempo, incluindo crenças africanas, práticas indígenas e elementos da cultura popular carioca.
A bateria realizou algumas bossas durante o a apresentação com atabaques. Para abrir o desfile, um grupo performático usando roupas brancas acendeu dezenas de defumadores.
Um dos momentos mais emblemáticos do desfile do Acadêmicos do Salgueiro foi a presença do primeiro casal de mestre-sala e porta bandeira, Sidcley Santos e Marcella Alves, no último carro da escola.
O casal que inicialmente desfilou defendendo o quesito na abertura da escola correu para participar do encerramento do desfile.
Segundo a dupla, a decisão de fazer parte da última alegoria foi tomada após receberem um recado de uma entidade que exigia que eles desfilassem no último carro.
Ao final do desfile, a escola acelerou um pouco o andamento para conseguir finalizar no tempo máximo.
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