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Sete criminosos são presos em operação da Polícia Federal contra organização criminosa

A ação foi realizada nos estados do Rio, São Paulo e Minas Gerais

ERICKA LEVIGARD

15/10/2025 • 19:15 • Atualizado em 15/10/2025 • 19:15

Segundo a PF, o grupo produzia 3.500 fuzis por ano que abasteciam as facções criminosas

Segundo a PF, o grupo produzia 3.500 fuzis por ano que abasteciam as facções criminosas

Divulgação

Sete criminosos foram presos durante a operação da Polícia Federal para desarticular uma organização criminosa especializada na produção, montagem e comércio ilegal de armas de fogo de uso restrito. A ação foi realizada nos estados do Rio, São Paulo e Minas Gerais.

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O casal que lidera o grupo foi encontrado em um apartamento de luxo, em frente à praia da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. Além deles, cinco criminosos foram detidos em São Paulo. R$ 158 mil, em espécie foram apreendidos. Ao todo, dez mandados de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão foram cumpridos, nesta quarta-feira (15).

Segundo a PF, o grupo produzia 3.500 fuzis por ano que abasteciam as facções criminosas do Rio. Os investigadores apuraram que, o chefe da quadrilha, Silas Diniz Carvalho, comandava as ações em prisão domiciliar. A reportagem tenta contato com a defesa dele.

As investigações apontam que as armas abasteciam o tráfico de drogas das favelas da Rocinha, na Zona Sul, e Complexo do Alemão, na Zona Norte. A PF apurou que o grupo importava componentes de fuzis dos Estados Unidos e da China.

Os acusados vão responder por organização criminosa majorada, tráfico Internacional de arma de fogo de uso restrito, comércio ilegal de arma de fogo de uso restrito.

Além das prisões e buscas, a Justiça Federal também determinou o bloqueio de R$ 40 milhões em bens e valores dos investigados.

As investigações são um desdobramento de outra operação de 2023, na qual o chefe do grupo foi preso com 47 fuzis em uma fábrica em Belo Horizonte.

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