
A bateria empolgou e teve toques específicos para os orixás
Eduardo Hollanda/Rio Carnaval
Uma das candidatas ao título do Carnaval carioca, a Imperatriz Leopoldinense levou o Conto das Águas de Oxalá à Marquês de Sapucaí: a história de como o orixá acabou preso no reino de Xangô e, depois, foi banhado em um ritual que é repetido até hoje para purificação.
Segunda a desfilar neste domingo, a escola de Ramos, na Zona Norte do Rio, não teve problemas de evolução e harmonia.
A bateria empolgou e teve toques específicos para os orixás.
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